Se você tem acompanhado a movimentação do mundo da inteligência artificial, sabe que a máquina não para. Mas 2026 não é apenas mais um ano de novidades: é o ano em que a IA deixa a fase da ilusão e entrada de entreaspas para se consolidar como uma força madura e estratégica nas empresas.
Hoje, mais do que nunca, líderes de inovação e tecnologia precisam fazer um diagnóstico profundo do uso da IA em suas organizações para capturar valor real, evitar riscos e garantir governança eficaz. Vamos entender o que está acontecendo nos bastidores dessa transformação e por que isso é decisivo para o futuro do seu negócio.
De citações e testes para integração real
Segundo um artigo recente do Canaltech, até o fim de 2025 já tínhamos passado da etapa da ilusão — onde a IA era muitas vezes usada de forma superficial ou para casos isolados — para a etapa da maturidade, que demanda planejamento estruturado, governança clara e integração real com os processos do negócio (Fonte: Canaltech).
O que mudou no mercado e nas empresas?
Um levantamento da McKinsey indica que 65% das empresas em todo o mundo já usam IA generativa, porém, poucas conseguem extrair valor financeiro expressivo. Na prática, isso significa que a barreira deixou de ser a adoção e passou a ser a capacidade de implementar a IA como ferramenta de alavanca de receita e eficiência, não só como novidade.
Na mesma linha, executivos da Oracle e da AWS destacam que a IA se tornou parte da infraestrutura crítica das empresas, ampliando o conceito de tecnologia de suporte para uma função central e autônoma, que exige estratégias de governança e responsabilidade bem definidas (Fonte: InfoMoney).
Os desafios agora são claros – e a oportunidade também
Mas o que significa essa maturidade? Na prática, requer identificar o que é essencial para o seu negócio: quais processos podem ser automatizados, quais riscos precisam ser mitigados, e como garantir o uso ético e transparente da IA.
Além disso, um desafio que nunca sai de pauta é a formação e capacitação de equipes. No Brasil, 53% dos profissionais apontam um gap significativo de habilidades que ainda precisa ser preenchido com programas focados em conhecimento técnico e estratégico (Fonte: InfoMoney).
Transformação cultural e tecnológica caminham lado a lado
A implementação madura de IA não é só uma questão de tecnologia — é uma mudança de cultura organizacional. É sobre alinhar as lideranças, repensar modelos de negócio e colocar as pessoas no centro da transformação.
Empresas que já estão nessa jornada investem em governança, transparência e processos claros para maximizar o impacto positivo da IA e minimizar riscos. Elas veem o conceito de IA como um ativo estratégico, não um projeto isolado.
O futuro é agora: prepare-se para ganhos reais
Este momento é crucial para quem quer aproveitar verdadeiramente a inteligência artificial. A chave está em sair da experimentação e botar a IA para funcionar como parte da estratégia central, com metas claras de retorno e uso responsável.
Quer um conselho? Invista em um diagnóstico detalhado, monte times multidisciplinares, fortaleça a governança e crie um roadmap alinhado com o seu modelo de negócio.
Assim, você garante não só acompanhar a tendência, mas ser protagonista da nova era da IA, fazendo da tecnologia um diferencial competitivo.
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Fontes:
- Canaltech – 2026: da ilusão de avanço à maturidade real da IA nas empresas
- InfoMoney – Especialistas da Oracle e AWS apontam tendências de tecnologia para 2026
- McKinsey – 65% das empresas usam Gen AI no mundo;
- InfoMoney – Transformação da IA no Brasil: profissionais estão otimistas, mas enfrentam gap de habilidades e treinamento